Movimento “Cidades Protegidas” deve impulsionar o mercado de seguros no RS
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A iniciativa “Cidades Protegidas” propõe aproximar o setor de seguros da realidade dos municípios, empresas e da população. O movimento nasceu em Minas Gerais e começa a ganhar projeção nacional, com o Rio Grande do Sul iniciando sua Jornada de visitas aos municípios e entidades empresariais.
O projeto foi apresentado recentemente durante evento promovido pela entidade mineira e chamou atenção pela proposta inovadora: levar o mercado segurador diretamente às cidades, dialogando com gestores públicos, entidades empresariais e cidadãos sobre proteção patrimonial, responsabilidade civil e segurança financeira.
A iniciativa busca, na prática, ampliar a cultura do seguro no Brasil, destacando a importância de soluções formais oferecidas por seguradoras regulamentadas e por corretores de seguros — profissionais essenciais na orientação e contratação adequada de coberturas.
Movimento no Rio Grande do Sul
Quem acompanhou de perto o evento foi o presidente do Sincor-RS, André Thozeski, que já trabalha na implementação do projeto no estado gaúcho.
Segundo Thozeski, trata-se de um movimento estratégico e transformador para o setor:
“O setor de seguros está indo ao encontro dos seus consumidores, conversando com as cidades, com os gestores públicos, com os empresários e com a população. É um movimento histórico.”
A proposta no Rio Grande do Sul vai além do conceito original e prevê três grandes frentes de atuação:
Municípios protegidos, com soluções voltadas à gestão pública;
Empresas protegidas, focadas no setor produtivo, indústria, comércio, serviços e agro;
Famílias protegidas, ampliando o acesso da população aos seguros para proteção pessoal;
Protagonismo do setor e impacto econômico
A iniciativa também busca reforçar o papel estratégico do mercado de seguros na economia. Hoje, o setor representa mais de 6% do PIB, movimenta cifras expressivas e tem impacto direto na estabilidade financeira de empresas e famílias.
“Nós entregamos, todo ano, meio trilhão de reais aos brasileiros”, destaca Thozeski.
Os dados têm como base informações da SUSEP e da ANS, que apontam que indenizações, benefícios, resgates e pagamentos do setor somam cerca de R$ 500 bilhões anuais no país.
Além disso, o presidente do Sincor-RS reforça o impacto direto da atividade no desenvolvimento local:
Mais de 5 mil empresas corretoras atuam no Estado;
Geração de emprego, renda e arrecadação nos municípios;
Fortalecimento da economia regional;
De Minas para o Brasil
A expectativa é que o modelo criado pelo Sincor-MG se consolide como referência nacional, com outros estados adotando iniciativas semelhantes. No Rio Grande do Sul, o movimento já começou e pode marcar uma nova fase para o mercado segurador, com maior proximidade da sociedade e protagonismo institucional.
Se a proposta avançar como planejado, a “Jornada Cidades Protegidas” poderá transformar a forma como o seguro é percebido no Brasil — deixando de ser apenas um produto e passando a ser visto como uma ferramenta essencial de desenvolvimento econômico e proteção social.
Fonte: Diário do Seguro
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