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Oscilação cambial eleva relevância do seguro viagem em 2025

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    #novosincormg
  • 6 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

Variações do dólar e do euro ampliam custos de atendimentos médicos, internações e outros imprevistos no exterior. Luciano Bonfim, diretor comercial da Vital Card reforça a importância da cobertura financeira oferecida por seguro viagem que atenda às exigências internacionais


O seguro viagem é um produto que garante cobertura financeira para despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO) em caso de imprevistos durante as viagens. Em caso de viagem internacional, o seguro deve incluir, no mínimo, a cobertura de DMHO, que não pode se restringir apenas a eventos ocasionados por acidentes pessoais, conforme define a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Além disso, é obrigatória a cobertura de regresso sanitário, regresso funerário, morte acidental, traslado médico e invalidez permanente.


O cenário cambial atual mostra forte oscilação das moedas internacionais. Recentemente, o euro apresentou valorização frente ao real, alcançando a maior cotação em quatro meses, enquanto o dólar registrou queda de quase 3%, conforme publicado pelo portal especializado InfoMoney. A volatilidade das moedas internacionais pode ampliar o impacto financeiro de imprevistos em viagens ao exterior.


Luciano Bonfim, diretor comercial da empresa especializada em seguro viagem Vital Card, explica como as variações do dólar e do euro influenciam diretamente o valor de despesas médicas e emergenciais fora do Brasil. "Como os atendimentos são cobrados em moeda local, qualquer oscilação do câmbio multiplica o impacto no bolso do brasileiro. Uma consulta simples pode custar centenas de dólares ou euros, e uma internação pode ultrapassar milhares".


O executivo observa que, além das despesas com atendimentos médicos de urgência e internações, há outros gastos recorrentes para viajantes que enfrentam imprevistos sem seguro. "Entre os principais custos que podem gerar dívidas altas fora do Brasil estão a compra de medicamentos, perda de bagagem e atraso de voos".


Para o especialista, o seguro viagem deve ser encarado como um investimento, e não como um gasto, especialmente em tempos de câmbio elevado. "O seguro viagem protege o viajante de despesas inesperadas em moeda estrangeira, que podem ser muito altas. O custo do seguro é pequeno comparado ao valor que se evita gastar em caso de emergência".


Segundo o diretor comercial da Vital Card, cobertura para despesas médicas e hospitalares, traslado médico, seguro para bagagem, assistência odontológica e cobertura em casos de cancelamento ou interrupção da viagem são opções que devem ser consideradas prioritárias por quem está planejando uma viagem internacional em 2025.


 
 
 

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