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O impacto da violência para o Setor de Seguros

A violência impõe custos significativos ao setor de seguros, não apenas em termos diretos, como perda de vidas, danos materiais e interrupção de serviços essenciais, mas também ao impactar a saúde mental da população, gerando despesas adicionais. Essa análise é apresentada pelo advogado e jornalista Antônio Penteado Mendonça em sua coluna “Crônicas, seguros e um pouco de tudo”, veiculada no portal de notícias Estadão neste domingo, 07/01.


A vida humana parece ter perdido seu valor intrínseco, com valores relativamente baixos sendo suficientes para encomendar uma execução. Essas ações são muitas vezes realizadas por motociclistas, escondidos sob capacetes que dificultam a identificação, ou, como visto no Rio de Janeiro, resultam em equívocos trágicos, como o assassinato de três médicos inocentes durante um congresso.


Penteado, levanta o questionamento sobre os assassinatos, permeados por diversas formas jurídicas, como homicídios, feminicídios e latrocínios, que ocupam as manchetes sensacionalistas, enquanto a taxa de resolução de casos e condenações permanece abaixo de 10%.


Os assaltos tornaram-se rotina em todas as partes, desde áreas urbanas até rurais, sem que a presença da lei intimide os criminosos. Apesar de relatórios indicarem uma redução nos roubos de carga e assaltos em São Paulo entre 2022 e 2023, a sensação de insegurança persiste.


De acordo com Penteado os paulistanos vivem constantemente alerta, seja nas ruas, em casa, no carro ou no transporte público, temendo surpresas desagradáveis como assaltos violentos por motoqueiros ou arrombamentos em residências. Contudo, a violência não se limita apenas ao crime explícito, estendendo-se ao comportamento cotidiano, como agressividade no trânsito e desrespeito social.


Este contexto torna inevitável que o custo do seguro seja elevado, baseado no mutualismo e na distribuição dos prejuízos entre os membros do grupo segurado. Dessa forma, o seguro torna-se mais um ônus para a sociedade brasileira, que arca com os custos decorrentes da complexa realidade atual.


Fonte: CQCS

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