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VETO DO GOVERNO À INCLUSÃO NO SUPERSIMPLES DOS CORRETORES DE SEGUROS.
A melhor leitura que se pode fazer, no momento, é a nota que o nosso Presidente da FENACOR editou. A leitura tem que ser feita nas entre - linhas. A justificativa do veto dado pelo Presidente Lula, é ridícula e desmerece a inteligência dos burocratas da Casa Civil. É incrível, senão vejamos! Se um corretor, pessoa física, achar que vai pagar menos imposto de renda como pessoa jurídica, que se transforme em empresa. Não há nenhum impedimento para isso. Alías, o Imposto de Renda vai gostar, pois as operações das Pessoas Jurídicas têm mais visibilidade tributária. Anexo, transcrevo a justificativa do veto e a nota explicativa do Presidente da FENACOR Armando Vergílio. Vamos aguardar o novo Congresso Nacional se instalar para examinarmos a possibilidade de revogações pelo Congresso, do veto do Presidente o que acho muito difícil, não a derrubada do veto e sim a convocação da Seção Legislativa para o exame da matéria o que não tem acontecido há muitos anos. Não vamos desistir da luta pela redução da carga tributaria das corretoras de seguros. Vamos até o fim. Roberto Silva Barbosa
1º) Justificativa do Veto. XXVIII - representação comercial e corretores de seguros. Razões do veto. "Ao admitir o ingresso no Simples Nacional de microempresas e empresas de pequeno porte que tenham por objeto social as atividades listadas nos incisos acima, estar-se-ia promovendo um privilegio, em desacordo com o espírito do art. 146, III, d, da Carga Magna, uma vez que essa sistemática passará a conceder uma redução a zero da alíquota do imposto de renda para as empresas com receita bruta de até R$240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) por ano, sendo que acima desse limite as alíquotas são bastante reduzidas, ao passo que os mesmos profissionais, quando exercessem a mesma atividade como autônomos ou assalariados estão sujeitos À tributação com base na tabela do imposto de renda aplicável às pessoas físicas, portanto mais onerosa, tratando-se, portanto, de um tratamento não isonômico." 2º) Nota do Armando Vergílio - Presidente da FENACOR. Presidente Lula ignora acordo e veta corretoras no Simples O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ignorando o amplo acordo
firmado entre todas as lideranças partidárias do Congresso,
com o aval do próprio Ministério da Fazenda, vetou o artigo
da Lei do Supersimples, que permitiria o enquadramento das empresas corretoras
de seguros no sistema simplificado de pagamento de impostos. Essa decisão
confirma a preocupação demonstrada pelo presidente da Fenacor,
Armando Vergílio dos Santos Junior, logo após a votação
da lei no Senado, quando ele conclamou a categoria a manter uma postura
de cautela. Naquela ocasião, Armando Vergílio destacara
que, do ponto de vista político, o Comitê Político
da Fenacor fez tudo o que era necessário, seja no Congresso ou
na negociação com setores do Governo: "torcemos para
que nenhuma força oculta venha a nos prejudicar novamente",
advertira o presidente da federação.
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