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Com lançamento previsto para o início de agosto, o livro “História dos Seguros no Brasil”, de autoria de um grupo de jornalistas que trabalha no setor, está sendo
considerado um marco para o mercado de seguros brasileiro. Revela fatos históricos curiosos e pouco conhecidos, como o primeiro registro da atividade seguradora no
Código de Hamurabi, que data de mais de 5 mil anos. Lá já havia uma definição de seguro mútuo feito entre caravanas de camelos, o risco era dividido entre elas, e
isso era muito moderno para a época.
Outro dado da história do mundo moderno que se cruza com a do seguro é o fato do navegador Américo Vespúcio ter sido um segurador, segundo o conceito daquela
ocasião. Ele era o maior avaliador de riscos da época e seu pai era o dono da Casa de Guilda, onde se trocavam moedas. Lá foi feito o seguro da expedição de
Colombo para a América.
Américo Vespúcio também fundou a Casa de Contratação, local onde se faziam seguros.
O editor da Revista Suma Econômica, Alexis Cavichini, e os jornalistas Denise Bueno, Jorge Clapp, Paulo Amador, Ubiratan Solino e Fernando Melo abraçaram o desafio
de contar a história do setor de seguros, desde 2100 A.C., com a catalogação do mais antigo documento que transcreve a atividade, encontrado no Código de Hamurabi,
na Babilônia, até os dias de hoje, quando o setor se transformou numa das mais poderosas indústrias, faturando mais de R$ 21 bilhões nos quatro primeiros meses
deste ano. A obra se propõe também a traçar um panorama da evolução do setor e sua contribuição para o desenvolvimento socioeconômico do País.
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