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Apesar de haver quem valoriza o papel deste profissional, muitas pessoas fazem seus seguros através de bancos
Apesar dos inúmeros esforços do mercado segurador para conscientizar as pessoas sobre a importância do seguro e as
vantagens de fazê-lo com corretores, uma pequena enquete realizada pelo O Corretor em Minas revela que a maioria das
pessoas ainda faz seus seguros com instituições bancárias. “Acredito que não teria a mesma segurança. É mais fácil eu
ser lesado por um corretor do que através do gerente de um banco”, justifica o micro-empresário Casio José Teotônio,
que possui um seguro de vida. Dos seis entrevistados, apenas dois fizeram seus seguros com corretores e empresas seguradoras.
Há, porém, quem reconheça as vantagens da realização do seguro com um corretor. “A empresa seguradora pode diminuir sua
comissão às vezes, e tem condições melhores que as dos bancos. As instituições bancárias costumam realizar a ‘venda casada’
de produtos. O consumidor só pode fazer uma coisa que quer se contratar outra. Então, acaba contratando o seguro por
pressão do banco”, analisa o estudante e técnico de informática Edílson Pimenta, que fez seguro de seu automóvel através
de um corretor conhecido e pôde entender um pouco mais o funcionamento do mercado segurador.
A enquete revelou, porém, um consenso: a escolha do corretor com o qual irá negociar passa por diversos critérios, sendo
que o principal é a segurança que oferece. “Procurei indicação de amigos e depois verifiquei a empresa para a qual o
corretor trabalhava ou das quais vendia seguros”, conta Pimenta. Além disso, o técnico e estudante diz que é inegável a importância do preço mais baixo na hora de fechar o contrato. “E o corretor quase sempre consegue baixar um pouco as taxas em relação ao banco”, afirma.
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